[Quarta-feira, Dezembro 26, 2007]
4 aninhos!!!
Se for para escrever (e descrever) todo o sentimento, alegria e votos de felicidade para o AMOR das nossas vidas não vai ter palavra que chegue. Então nós dizemos assim,
Deus te faça feliz, Igor. Feliz aniversário!!!
Mainha e Painho
Presente da tia Alê, lá de Sampa, que fez o maior sucesso aqui em Recife! O dodoinho de Igor adorou! Obrigada, querida.
por RAPHAELA PIMENTEL * 11:32
[Segunda-feira, Dezembro 17, 2007]
É festa
E a semana passada a gente sentiu de verdade que o final do ano já chegou. Tivemos uma missa, e Igor todo compenetrado ficou danado na hora em que o padre toma o “sangue de Cristo”, dizendo que não quer que ninguém tome sangue ahahahahahah! No outro dia teve a festinha de encerramento do Brincando de Aprender, um projeto muito bacana que ele faz parte aqui no bairro. E ainda no mesmo dia a festinha da turma do inglês, com Igor dando show e cantando Jingle Bells em inglês. O máximo!!!
Para culminar, organizamos uma festa de aniver na escola pra ele sexta-feira passada. Antecipamos porque todos entram de férias e ele queria o parabéns com os amiguinhos de lá. Fizemos uma festinha linda, com balões, bolo, sacolinhas, brigadeiro, coxinha, bombom, balas, suco e guaraná. Foi um sucesso e todos estavam numa ansiedade sem fim para que chegasse logo o dia da festa na escola. Acabou virando a confraternização deles. Eu fiquei muito satisfeita e ele nem se fala. Era só felicidade quando chegou lá e deu de cara com a festa do Scooby-Doo, ladeado pelo companheiros de batente cantando parabéns.
Daqui pro Natal, dia do aniver mesmo, tem mais. Tem o amigo blogueiro Gutão, que chega por esses dias e que com certeza vai sair com a gente pra cantar parabéns; tem almoço com Dodoinho e ceia natalina no dia 24 de dezembro. Impossível não comemorar essa data tão especial pra gente. Quando perguntamos pra ele o que se festeja no Natal, responde logo “é o nascimento do menino Jesus e de Igor”. Claro que é! A minha estrela que chegou nesse período tão cheio de energia boa, que fez a gente entender o sentido de família, o amor de verdade. Ele sabe que é amado e demonstra o tempo todo o quanto é feliz. Repete e repete que “ama a gente, é a nossa vida e ama os dois igualzinho”. Lindo demais.
por RAPHAELA PIMENTEL * 15:33
[Domingo, Dezembro 09, 2007]
Sucesso de bilheteria
Não sei se eu já falei aqui que uma das coisas que me atraiu em Guga foi a música. Não por eu ser rata dos festivais alternativos de rock na cidade ou por ele ser músico. Mas principalmente pela afinidade musical. Se eu tenho uma certeza na minha vida é a de que jamais ficaria com alguém que curte axé, brega e afins. Nada contra esses estilos de música, mas nunca foi a minha praia. Como a gente curtia o mesmo som, era fácil aqui em Recife frequentar os mesmos lugares, ter amigos afins.
Ontem, na apresentação da banda dele, a Paulo Francis Vai Pro Céu, eu vivi os meus anos 90. Encontrei muita gente que não via há séculos. Detalhe: a festa estava lotada e nem o show do The Police ao vivo na TV a cabo atrapalhou. Vi gente de várias fases da minha vida, da escola, do surfe, do jet set cultural, do festival Abril Pro Rock, das festas “cabeça” que eu freqüentava, de movimentos culturais. Olha, foi um verdadeiro túnel do tempo. Pelos poucos minutos de conversa com alguns, muita gente faz coisas totalmente diferentes. Meus amigos viraram chef de cozinha famosa da cidade, produtor cultural, técnico em informática, designer, músico, jornalista, cineasta, arquiteto, juiz, DJ. Olha, uma verdadeira miscelânia profissional.
Mas o melhor da noite foi, sem dúvida, ver Guga tocar bateria com os amigos. A festa foi num bar bacana aqui da cidade. Na verdade foi uma festa de duas bandas afins, que têm vários amigos em comum. Rolou praticamente uma jam session. E eu lá, no começo meio que me sentindo peixe fora d´água. Mas depois relaxei. Muita gente veio com aquela “menina, você tava sumida”. E eu “é, trabalho, casamento, filho...”
Bom, a banda tocou todo o seu repertório de letras hilárias e muito rock n´roll. Vi gente com saudade daqueles tempos, que subiam ao palco numa zona organizada pra tocar e fazer um backing vocal. Quase que eu fazia isso quando tocaram minhas prediletas “Carmem Júlia”, “Cinema janela” e “Eu queria morar em Beverly Hills”. E Guga lá, mandando ver com as baquetas, totalmente em forma.
E rolou clima de paquera, e eu o peguei diversas vezes olhando pra mim lá do palco. Que delícia essa sensação... E não é porque é meu marido não, mas o cara toca pra caramba. Agüentou até o final, quando rolou Ramones (lembrei da época em que assistia o cover do Ramones na sala de aula do colégio Objetivo hahahahahaha que trash!) e Black Sabbath. Os dedos em frangalhos, mas todo feliz.
Marcadores da noite:
A gente tem que ter um hobbie.
Guga, meu amor, você vai ser sempre o meu pop star.
por RAPHAELA PIMENTEL * 10:24