Igor Aguaçã



Image Hosted by ImageShack.us
Lilypie 3rd Birthday Ticker

[Terça-feira, Setembro 18, 2007]

Sangue bom

Situação:
“Mamãe, Thomaz me empurrou na escola”, desabafa Igor.
“Você fez alguma coisa que o Thomaz não gostou?, pergunta a mãe.
“Não”, responde o filhote.
“Então, quando isso acontecer, filho, você se defende e diz para a tia Carla. Você empurrou o Thomaz de volta?”, pergunta mãe chateada porque filhote levou cacete na escola.
“Não mainha, empurrar é feio!”, filhote finaliza a conversa.

Sempre ensinei que a gente não deve bater nas pessoas, que é feio, ninguém gosta de uma criança malcriada e coisas do gênero. Filhote absorveu bem (demais até) a lição. Daí que quando um colega se mete com ele na escola, no lugar de revidar, ele avisa a tia. Apesar do pau não cantar cotidianamente nos locais que ele freqüenta, às vezes acontece disputa por brinquedos, empurrão. Ele fica emburrado ou acaba se entretendo com outras coisas. No caso Thomaz x Igor na escola, morri de vergonha de ter indagado sobre o revide. Muito feio pra mim. Mas putz!, fala sério, quem gosta de ouvir/ver filho levando porrada? O danado é que o pai já avisou que quando ele estiver crescido, se chegar em casa contando que tomou cacete na rua, vai levar outro. Machista demais... Conversei com a professora sobre isso e ela disse que é muito difícil rolar briga na sala envolvendo Igor. Mas que já observou que ele é uma criança muito pacífica. Ele gosta de avisá-la quando está rolando disputa na sala e é muito obediente. Bom saber disso, mas vou seguir o conselho da minha amiga Fabi, que tem a Cat que uma típica garota-carioca-suingue-sangue bom e é da turma paz e amor, que nem o Igor. Não vou instigar o pau, mas vou ser daquelas mães que diz “Por que você não vai buscar o brinquedo de volta, filho?”. Já Guga avisou que ano que vem vai comprar quimono e matricular o menino no judô. Eu posso com isso?



por RAPHAELA PIMENTEL * 20:08

[Quarta-feira, Setembro 05, 2007]

Vida de comunicóloga estagna também

Sabe quando a gente fica sem ânimo pra trabalhar? As vezes eu acho que cheguei ao tal platô profissional. Tô precisando dar uma guinada, procurar uma especialização, sei lá. Também sou eu e deus no meu setor... é ruim, não tenho com quem trocar uma idéia, dividir o serviço. Ainda mais quando as coisas na empresa desaceleram. Vou canalizar as energias. Preciso fazer um curso urgente, ter título, me especializar, enfim... Agora tem que ser tudo antes de engravidar novamente.

E por falar nisso, é pressão pra todo lado. Igor quer um irmão e já avisou que vai cuidar de tudo. Trocas de fraldas com Simone (a babá); vai dividir os brinquedos, mas não vai deixar o neném coloca-los na boca. Disse que o nome será Caio para menino (desconfio que em homenagem ao Caillou do desenho) e Beatriz para menina, igual a Bia da escola. Vamos só ver quando o bebê nascer se vai ser assim mesmo. Dou por vista...

Enquanto isso, Igor segue matando a mãe de orgulho. Hoje quando fui deixá-lo na escola, a psicóloga me encontrou e bateu um papo rápido sobre o pequeno. Disse que é um garoto extremamente feliz. Acabou-se. Todo o resto da conversa sobre ser inteligente, comunicativo, atencioso não importou mais. Essa de o Igor é um garoto extremamente feliz me encheu de alegria. Ouvir isso da boca da psicóloga foi muito bacana. Ele vai ser da turma que brinca o jogo do contente, que veio pra se divertir.

E que você continue enchendo nossas vidas com esse alto astral, meu filho!


por RAPHAELA PIMENTEL * 23:20

Início